Acreditar no Pai Natal: bom ou mau?
Os nossos filhos devem acreditar no Pai Natal?
Esta é uma questão comum a muitos pais! É benéfico ou prejudica a criança?
A história do Pai Natal foi criada, ao longo de largos anos, com o auxílio do cinema, televisão e de grandes marcas, como a Coca-Cola e até hoje é mantida como tradição. As opiniões dos pais, em alimentar esta “história” divergem muito.
Desde pequenos, temos a tendência de acreditar em algumas fantasias e superpoderes. Exemplo disso, é a referência da fada dos dentes. O facto de existir espaço para imaginar, acaba por exercitar o raciocínio e o desenvolvimento emocional das crianças.
Acreditar no Pai Natal, vai fazer com que a criança, forme um simbolismo à volta do Natal e viva a festividade de outra forma. Por isso, não é prejudicial, uma vez que o pensamento racional e crítico acabará por, ao longo do seu desenvolvimento, se sobrepor ao pensamento imaginário. Poderá ser um tema de conversa na escola, através da convivência social, o que despertará dúvidas nas crianças.
Como será no momento da descoberta?
Por vezes, as respostas diferentes ou a falta das mesmas, podem levar a que os pequenos se apercebam que não passa de um mito!
Quando esta realidade é questionada, prova que as crianças estão em desenvolvimento cognitivo. Geralmente, é descoberta por volta dos 7 ou 8 anos.
Esse momento preocupa alguns pais, que consideram o impacto que isso possa ter na criança. A verdade é que a confiança e a honestidade dos mesmos não é afetada, ainda que as crianças fiquem desapontadas ou ressentidas, acabam por percecionar que não eram as únicas a acreditar e que existe um contexto cultural à volta disso.
Pontos positivos de manter esta “magia”
Deixar que as crianças acreditem no Pai Natal faz com que se tornem ainda mais fortes, com valores ligados à idade, sabedoria, família, à moral e bom comportamento, bem como ao respeito!
A alegria, a criatividade e a realização dos mais pequenos, em acreditar no Natal, comove qualquer pai! É legítimo que cada família escolha, se quer que as suas crianças vivam a experiência do Natal ao máximo e se devem acreditar, ou não, nesta figura imaginária e simbólica.